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Parceria para os “Caminhos de Santiago”

segunda, 04 agosto 2008
Publicado em Notícias

Em nome do Município de Tondela, o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Tondela, Dr. Carlos Marta, assinou, no passado dia 2 de Agosto, o protocolo relativo aos “Caminhos de Santiago”, situados no Concelho de Tondela. A cerimónia, que se realizou na Freguesia de Santiago de Besteiros – Pavilhão Desportivo de Santiago de Besteiros – contou a com a presença de inúmeros convidados e foi o culminar de um longo processo de cooperação que teve o seu inicio com a visita ao Concelho de Tondela por parte de D. Xavier Senín, Subdirector da Promoção Cultural do Governo da Junta da Galiza, para a entrega de uma importante biblioteca em língua galega (cerca de 3000 livros e documentos áudio) à Biblioteca Municipal Thomaz Ribeiro.

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«OLÍMPIADAS DA AMIZADE – Carlos Costa.2008»

quinta, 17 julho 2008
Publicado em Notícias

Com uma boa representação do Concelho de Tondela, as Olimpíadas decorreram, como o previsto, nos Concelhos de Castro Daire e Vila Nova de Paiva, sob organização destes dois Municípios. O acampamento foi instalado no Monte do Sr. da Piedade – Pendilhe (a meio do percurso entre Castro Daire e Vila Nova de Paiva), onde igualmente foram servidas as refeições e instalados os equipamentos de lazer (insufláveis) para ocupação das horas livres dos participantes. Dali partiam em autocarros facultados pela organização, para os diferentes e distantes locais de actividade, disponíveis em cada um dos Concelhos (campos de futebol, pavilhões desportivos, piscina, etc). Face à complexidade logística de uma organização desta dimensão e apesar de algumas situações que merecem reflexão, poderemos considerar que o fim-de-semana foi positivo.

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TURISMO E ÉTICA - Código Mundial de Ética do Turismo

sexta, 01 agosto 2008
Publicado em Notícias

A OMT – Organização Mundial de Turismo e os seus Membros têm-se manifestado preocupados com alguns efeitos nefastos da actividade Turística. Tendo isso em conta, a OMT decidiu aprovar: O Código Mundial de Ética do Turismo, criando um importante marco de referência para o desenvolvimento responsável e sustentável do Turismo Mundial no início no novo milénio. O código é composto por dez artigos, tendo sido aprovados por unanimidade na Assembleia Geral da OMT, realizada em Santiago do Chile, em Outubro de 1999. Com este mesmo código, a OMT, procedendo à sua divulgação, está convencida de que ajudará a minimizar os efeitos negativos do Turismo no Meio Ambiente e no Património Cultural, aumentando simultaneamente os benefícios para os residentes nos destinos Turísticos.
A OMT – Organização Mundial de Turismo e os seus Membros têm-se manifestado preocupados com alguns efeitos nefastos da actividade Turística. Tendo isso em conta, a OMT decidiu aprovar: O Código Mundial de Ética do Turismo, criando um importante marco de referência para o desenvolvimento responsável e sustentável do Turismo Mundial no início no novo milénio.
O código é composto por dez artigos, tendo sido aprovados por unanimidade na Assembleia Geral da OMT, realizada em Santiago do Chile, em Outubro de 1999. Com este mesmo código, a OMT, procedendo à sua divulgação, está convencida de que ajudará a minimizar os efeitos negativos do Turismo no Meio Ambiente e no Património Cultural, aumentando simultaneamente os benefícios para os residentes nos destinos Turísticos.
Este código tem nove artigos que “anunciam regras” para os Destinos, Governos, Operadores Turísticos, Promotores, Agentes de Viagem, Empregados e para os próprios Turistas. O décimo artigo é referente à resolução de litígios. Eis então os dez artigos:

1.- CONTRIBUIÇÃO DO TURISMO PARA A COMPREENSÃO E O RESPEITO MÚTUO ENTRE HOMENS E SOCIEDADES
Respeito pelos costumes, crenças e tradições dos povos visitados.

2.- TURISMO, INCREMENTO DE DESENVOLVIMENTO INDIVIDUAL E COLECTIVO
Respeito pelos grupos tendencialmente mais vulneráveis, nomeadamente crianças, idosos, minorias
étnicas e povos autóctones.
Devem e merecem ser encorajados, os deslocamentos por motivo de religião, de saúde, de educação e de intercâmbios culturais ou linguísticos, constituindo formas particularmente de Turismo, assim como nos programas de educação.

3.- O TURISMO, FACTOR DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Salvaguarda do meio ambiente e dos recursos naturais, uma perspectiva de incremento económico
sustentável, que não coloque em risco as gerações actuais e futuras.
Reequilibro dos fluxos Turísticos, de forma a não sobrecarregar certos locais em determinadas épocas
do ano.
Construção de infra-estruturas de forma a não prejudicarem o Património Natural. (Ecossistemas e
biodiversidade).

4. – O TURISMO, FACTOR DE APROVEITAMENTO E ENRIQUECIMENTO DO PATRIMÓNIO CULTURAL DA HUMANIDADE
Preservação, valorização e restauro dos monumentos, Santuários e Museus, visando o respeito pelo
Património artístico, cultural e arqueológico. Valorizar e permitir a sobrevivência e o
desenvolvimento de produções culturais e artesanais tradicionais, bem como do folclore, que não
provoque a sua padronização e empobrecimento.

5. – O TURISMO, ACTIVIDADE BENÉFICA PARA OS PAÍSES E PARA AS COMUNIDADES DE DESTINO
As populações, devem estar associadas às actividades turísticas e participar equitativamente nos
benefícios económicos, sociais e culturais que geram, e sobretudo na criação de empregos
resultantes directa ou indirectamente. A concepção urbanística e arquitectónica e o modo de
exploração das estâncias e alojamentos turísticos devem visar a sua melhor integração no contexto económico e social.

6. – OBRIGAÇÕES DOS AGENTES DE DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO
Têm obrigação, os Agentes Profissionais do Turismo, fornecer aos Turistas uma informação sincera
sobre os destinos e as condições da viagem, de receptivo e de estadia.

7. – DIREITO DO TURISMO
O direito ao Turismo deve ser visto como consequência ao direito ao descanso e aos tempos livres. A descoberta das riquezas do nosso mundo constituirá um direito, a todos os habitantes do planeta. Deverá ser desenvolvido com o apoio das autoridades públicas, o Turismo Social, sobretudo o Turismo associativo que permite o acesso da maioria dos cidadãos ao lazer, às viagens e às férias, Deverá ser encorajado e facilitado o Turismo das Famílias, dos Jovens e Estudantes, das pessoas Idosas e dos Deficientes.

8. – LIBERDADE DO DESLOCAMENTO TURÍSTICO
Os Turistas e visitantes devem Ter reconhecida a faculdade de utilizar todos os meios de comunicação disponíveis, interiores e exteriores, o pronto e fácil acesso aos serviços administrativos, judiciários e de saúde locais.

9. – DIREITO DOS TRABALHADORES E DOS EMPRESÁRIOS DA INDÚSTRIA TURÍSTICA
Os trabalhadores assalariados e autónomos da Indústria Turística e das actividades afins, têm o
direito e o dever de adquirir uma formação ajustada, inicial e contínua. A eles ser Á assegurada uma protecção social adequada e a precariedade do emprego deve ser limitada ao máximo possível. Deverá ser proposto aos trabalhadores sazonais do sector um estatuto especial, visando a sua protecção social.

10 – APLICAÇÃO DOS PRÍNCIPIOS DO CÓDIGO MUNDIAL DE ÉTICA DO TURISMO
Os Sectores públicos e privados do desenvolvimento turístico, cooperam na aplicação dos presentes princípios e devem zelar pelo controle da sua efectivação.

Deixo-vos aqui um apelo para que Participem na aplicação deste código. Somente com a vossa ajuda
conseguiremos proteger o futuro do sector turístico, aumentando assim a contribuição para a
prosperidade económica, para o entendimento entre os povos e para a Paz.

Agosto de 2008
Gabinete de Turismo
A OMT – Organização Mundial de Turismo e os seus Membros têm-se manifestado preocupados com alguns efeitos nefastos da actividade Turística. Tendo isso em conta, a OMT decidiu aprovar: O Código
Mundial de Ética do Turismo, criando um importante marco de referência para o desenvolvimento
responsável e sustentável do Turismo Mundial no início no novo milénio.
O código é composto por dez artigos, tendo sido aprovados por unanimidade na Assembleia Geral da OMT, realizada em Santiago do Chile, em Outubro de 1999. Com este mesmo código, a OMT, procedendo à sua divulgação, está convencida de que ajudará a minimizar os efeitos negativos do Turismo no Meio
Ambiente e no Património Cultural, aumentando simultaneamente os benefícios para os residentes nos destinos Turísticos.
Este código tem nove artigos que “anunciam regras” para os Destinos, Governos, Operadores Turísticos, Promotores, Agentes de Viagem, Empregados e para os próprios Turistas. O décimo artigo é referente à resolução de litígios. Eis então os dez artigos:

1.- CONTRIBUIÇÃO DO TURISMO PARA A COMPREENSÃO E O RESPEITO MÚTUO ENTRE HOMENS E SOCIEDADES
Respeito pelos costumes, crenças e tradições dos povos visitados.

2.- TURISMO, INCREMENTO DE DESENVOLVIMENTO INDIVIDUAL E COLECTIVO
Respeito pelos grupos tendencialmente mais vulneráveis, nomeadamente crianças, idosos, minorias étnicas e povos autóctones.
Devem e merecem ser encorajados, os deslocamentos por motivo de religião, de saúde, de educação e de intercâmbios culturais ou linguísticos, constituindo formas particularmente de Turismo, assim como nos programas de educação.

3.- O TURISMO, FACTOR DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Salvaguarda do meio ambiente e dos recursos naturais, uma perspectiva de incremento económico sustentável, que não coloque em risco as gerações actuais e futuras.
Reequilibro dos fluxos Turísticos, de forma a não sobrecarregar certos locais em determinadas épocas do ano.
Construção de infra-estruturas de forma a não prejudicarem o Património Natural. (Ecossistemas e biodiversidade).

4. – O TURISMO, FACTOR DE APROVEITAMENTO E ENRIQUECIMENTO DO PATRIMÓNIO CULTURAL DA HUMANIDADE
Preservação, valorização e restauro dos monumentos, Santuários e Museus, visando o respeito pelo Património artístico, cultural e arqueológico. Valorizar e permitir a sobrevivência e o
desenvolvimento de produções culturais e artesanais tradicionais, bem como do folclore, que não provoque a sua padronização e empobrecimento.

5. – O TURISMO, ACTIVIDADE BENÉFICA PARA OS PAÍSES E PARA AS COMUNIDADES DE DESTINO
As populações, devem estar associadas às actividades turísticas e participar equitativamente nos
benefícios económicos, sociais e culturais que geram, e sobretudo na criação de empregos resultantes directa ou indirectamente. A concepção urbanística e arquitectónica e o modo de exploração das
estâncias e alojamentos turísticos devem visar a sua melhor integração no contexto económico e
social.

6. – OBRIGAÇÕES DOS AGENTES DE DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO
Têm obrigação, os Agentes Profissionais do Turismo, fornecer aos Turistas uma informação sincera
sobre os destinos e as condições da viagem, de receptivo e de estadia.

7. – DIREITO DO TURISMO
O direito ao Turismo deve ser visto como consequência ao direito ao descanso e aos tempos livres. A descoberta das riquezas do nosso mundo constituirá um direito, a todos os habitantes do planeta. Deverá ser desenvolvido com o apoio das autoridades públicas, o Turismo Social, sobretudo o Turismo associativo que permite o acesso da maioria dos cidadãos ao lazer, às viagens e às férias, Deverá ser encorajado e facilitado o Turismo das Famílias, dos Jovens e Estudantes, das pessoas Idosas e dos Deficientes.

8. – LIBERDADE DO DESLOCAMENTO TURÍSTICO
Os Turistas e visitantes devem Ter reconhecida a faculdade de utilizar todos os meios de comunicação disponíveis, interiores e exteriores, o pronto e fácil acesso aos serviços administrativos,
judiciários e de saúde locais.

9. – DIREITO DOS TRABALHADORES E DOS EMPRESÁRIOS DA INDÚSTRIA TURÍSTICA
Os trabalhadores assalariados e autónomos da Indústria Turística e das actividades afins, têm o
direito e o dever de adquirir uma formação ajustada, inicial e contínua. A eles ser Á assegurada uma protecção social adequada e a precariedade do emprego deve ser limitada ao máximo possível. Deverá
ser proposto aos trabalhadores sazonais do sector um estatuto especial, visando a sua protecção social.

10 – APLICAÇÃO DOS PRÍNCIPIOS DO CÓDIGO MUNDIAL DE ÉTICA DO TURISMO
Os Sectores públicos e privados do desenvolvimento turístico, cooperam na aplicação dos presentes
princípios e devem zelar pelo controle da sua efectivação.

Deixo-vos aqui um apelo para que Participem na aplicação deste código. Somente com a vossa ajuda
conseguiremos proteger o futuro do sector turístico, aumentando assim a contribuição para a
prosperidade económica, para o entendimento entre os povos e para a Paz.

Agosto de 2008
Gabinete de Turismo
Este código tem nove artigos que “anunciam regras” para os Destinos, Governos, Operadores Turísticos, Promotores, Agentes de Viagem, Empregados e para os próprios Turistas. O décimo artigo é referente à resolução de litígios. Eis então os dez artigos:

1.- CONTRIBUIÇÃO DO TURISMO PARA A COMPREENSÃO E O RESPEITO MÚTUO ENTRE HOMENS E SOCIEDADES
Respeito pelos costumes, crenças e tradições dos povos visitados.

2.- TURISMO, INCREMENTO DE DESENVOLVIMENTO INDIVIDUAL E COLECTIVO
Respeito pelos grupos tendencialmente mais vulneráveis, nomeadamente crianças, idosos, minorias
étnicas e povos autóctones.

Devem e merecem ser encorajados, os deslocamentos por motivo de religião, de saúde, de educação e de intercâmbios culturais ou linguísticos, constituindo formas particularmente de Turismo, assim como
nos programas de educação.

3.- O TURISMO, FACTOR DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Salvaguarda do meio ambiente e dos recursos naturais, uma perspectiva de incremento económico
sustentável, que não coloque em risco as gerações actuais e futuras.
Reequilibro dos fluxos Turísticos, de forma a não sobrecarregar certos locais em determinadas épocas do ano.
Construção de infra-estruturas de forma a não prejudicarem o Património Natural. (Ecossistemas e
biodiversidade).
4. – O TURISMO, FACTOR DE APROVEITAMENTO E ENRIQUECIMENTO DO PATRIMÓNIO CULTURAL DA HUMANIDADE
Preservação, valorização e restauro dos monumentos, Santuários e Museus, visando o respeito pelo
Património artístico, cultural e arqueológico. Valorizar e permitir a sobrevivência e o
desenvolvimento de produções culturais e artesanais tradicionais, bem como do folclore, que não
provoque a sua padronização e empobrecimento.

5. – O TURISMO, ACTIVIDADE BENÉFICA PARA OS PAÍSES E PARA AS COMUNIDADES DE DESTINO
As populações, devem estar associadas às actividades turísticas e participar equitativamente nos
benefícios económicos, sociais e culturais que geram, e sobretudo na criação de empregos resultantes
directa ou indirectamente. A concepção urbanística e arquitectónica e o modo de
exploração das estâncias e alojamentos turísticos devem visar a sua melhor integração no contexto económico e social.

6. – OBRIGAÇÕES DOS AGENTES DE DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO
Têm obrigação, os Agentes Profissionais do Turismo, fornecer aos Turistas uma informação sincera sobre os destinos e as condições da viagem, de receptivo e de estadia.

7. – DIREITO DO TURISMO
O direito ao Turismo deve ser visto como consequência ao direito ao descanso e aos tempos livres. A descoberta das riquezas do nosso mundo constituirá um direito, a todos os habitantes do planeta. Deverá ser desenvolvido com o apoio das autoridades públicas, o Turismo Social, sobretudo o Turismo associativo que permite o acesso da maioria dos cidadãos ao lazer, às viagens e às férias, Deverá ser encorajado e facilitado o Turismo das Famílias, dos Jovens e Estudantes, das pessoas Idosas e dos Deficientes.

8. – LIBERDADE DO DESLOCAMENTO TURÍSTICO
Os Turistas e visitantes devem Ter reconhecida a faculdade de utilizar todos os meios de comunicação disponíveis, interiores e exteriores, o pronto e fácil acesso aos serviços administrativos, judiciários e de saúde locais.

9. – DIREITO DOS TRABALHADORES E DOS EMPRESÁRIOS DA INDÚSTRIA TURÍSTICA
Os trabalhadores assalariados e autónomos da Indústria Turística e das actividades afins, têm o direito e o dever de adquirir uma formação ajustada, inicial e contínua. A eles ser Á assegurada uma protecção social adequada e a precariedade do emprego deve ser limitada ao máximo possível. Deverá ser proposto aos trabalhadores sazonais do sector um estatuto especial, visando a sua protecção social.

10 – APLICAÇÃO DOS PRÍNCIPIOS DO CÓDIGO MUNDIAL DE ÉTICA DO TURISMO
Os Sectores públicos e privados do desenvolvimento turístico, cooperam na aplicação dos presentes princípios e devem zelar pelo controle da sua efectivação.

Deixo-vos aqui um apelo para que Participem na aplicação deste código. Somente com a vossa ajuda conseguiremos proteger o futuro do sector turístico, aumentando assim a contribuição para a prosperidade económica, para o entendimento entre os povos e para a Paz.

Agosto de 2008
Gabinete de Turismo

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Abertura do Espaço Internet de Campo de Besteiros

quarta, 16 julho 2008
Publicado em Notícias

No próximo sábado, dia 19 de Julho, pelas 21:30 horas, o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Tondela, Dr. Carlos Marta, deslocar-se-á à freguesia de Campo de Besteiros para presidir à cerimónia de abertura do Espaço Internet de Campo de Besteiros, situado no Parque Urbano da Vila. .

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Visita de Trabalho à Freguesia de Caparrosa

quarta, 16 julho 2008
Publicado em Notícias

Foi debaixo de intenso calor que, na Freguesia de Caparrosa, o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Tondela, Dr. Carlos Marta, prosseguiu, no passado dia 15 de Julho - durante todo o período da tarde - o ciclo de visitas de trabalho às freguesias do concelho. A acompanhar o Sr. Presidente da Câmara Municipal, estiveram os Srs. Vereadores, Dr. José António e Eng.ª Carla Pires. A visita iniciou-se na povoação de Caparrosinha, onde o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Tondela e o Sr. Presidente da Junta de Freguesia, Elisário Ferreira, percorreram alguns locais da povoação a necessitar de intervenções e/ou beneficiações. De seguida, a comitiva encaminhou-se para a povoação de Paranho de Besteiros, visitando algumas áreas da povoação que serão objecto igualmente de intervenções quer ao nível de pavimentações em betuminoso, quer do ponto de vista do calcetamento. Já na povoação de Souto Bom, foram ainda visitadas algumas vias que irão ser alvo de melhoramentos. Por fim, na povoação de Caparrosa – centro da freguesia – a delegação conjunta da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia, visitaram as obras que decorrem no parque de merendas, na cobertura do palco e, no centro, algumas artérias da aldeia. No final de uma rápida mas não menos importante visita de trabalho, o Sr. Presidente da Junta de Freguesia, durante um lanche convívio por si oferecido, manifestou o seu reconhecimento e satisfação pela preocupação e cuidado do Sr. Presidente da Câmara Municipal e dos seus Vereadores na resolução das questões que, neste momento, mais preocupam os autarcas locais. Foi igualmente neste clima de colaboração e parceria institucional que o Sr. Presidente da Câmara Municipal manifestou igualmente o seu reconhecimento pela recepção e cordialidade demonstradas e que transmitiu a importância deste trabalho conjunto na resolução dos problemas das populações locais.

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TOM de FESTA

quarta, 16 julho 2008
Publicado em Notícias

Com o apoio do Município de Tondela, a ACERT – Associação Cultural e Recreativa de Tondela, apresenta, no seu espaço de espectáculos, de 16 a 19 de Julho de 2008, o já conhecido TOM DE FESTA – Festival de Músicas do Mundo. Nesta edição o programa musical, conta com a apresentação de: Quarta, dia 16 TERESA SALGUEIRO & LUSITÂNIA ENSEMBLE La Serena (Portugal) Abertura do Festival com uma das vozes mais consagradas do panorama musical português e mundial, imagem de marca dos Madredeus.

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