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Solar de Vilar é monumento de interesse público

quinta, 13 fevereiro 2014
Publicado em Património Cultural

A portaria publicada, no dia 12 de fevereiro, em Diário da República classifica o Solar de Vilar, anexos e jardins como monumento de interesse público.
De acordo com este documento, o Solar de Vilar, erguido em 1745, “é um notável edifício barroco e rococó que conserva praticamente intacta a estrutura original. “É um importante exemplo da casa nobre setecentista beirã”, destacando-se “no contexto da arquitetura civil da época pelo dinamismo criado pelos seus elementos arquitetónicos”.
“O jardim, com vegetação variada, está entre os poucos exemplos sobreviventes de jardins solarengos da época barroca conservados na região”, descreve o documento.
O Município de Tondela congratula-se com este reconhecimento e valorização do património arquitetónico do concelho. O Solar de Vilar assume-se como um ícone do nosso território, não só pela arquitetura, mas também pelas funções que desempenha na área do turismo.
O Solar, situado na aldeia de Vilar, atual União de Freguesias de Vilar de Besteiros e Mosteiro de Fráguas, é uma casa senhorial que retrata a arquitetura da Beira Alta e é um local de passagem obrigatória para quem visita o concelho de Tondela.

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Estão a decorrer as obras de requalificação na Estação de Arte Rupestre ao ar livre de Molelinhos, com vista à implementação de um circuito de visita.

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Caminhada “Por Trilhos do BTT”

quinta, 06 fevereiro 2014
Publicado em Património Cultural

A Associação Desportiva Radical de Tondela em parceria com o Gabinete de Património Cultural do Município de Tondela, levam a cabo no próximo dia 23 Fevereiro, pelas 08.30h, a caminhada “Por Trilhos do BTT”.

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No âmbito da salvaguarda do património arquitetónico foi classificada como monumento de interesse público (MIP) a «Casa do Terreiro, jardins envolventes, adega e tulha, na rua do Cimo da Vila e na Rua do Açougo, São Miguel do Outeiro, freguesia de São Miguel do Outeiro, concelho de Tondela, distrito de Viseu», tal como foi fixada a respetiva zona especial de proteção (ZEP).

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Estação de Arte Rupestre de Molelinhos - Requalificação

quarta, 30 outubro 2013
Publicado em Património Cultural

Está em andamento o projeto de conservação e valorização da Estação de Arte Rupestre de Molelinhos, freguesia de Molelos, com reuniões prévias, in situ, sobre a contextualização e implementação dos trabalhos a realizar para a musealização deste sítio arqueológico.

As obras no monumento classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto n.º 26-A/92, DR, 1ª Série-B, nº 126, de 01-06-1992, serão acompanhadas pelo técnico responsável pelo Gabinete de Património Cultural do Município de Tondela. O projeto, cujas bases assentam no estudo arqueológico, conservação e musealização da Estação de Arte Rupestre, terá um investimento de aproximadamente 150.000 mil euros provenientes de uma candidatura à ADICES (Associação de Desenvolvimento Local), integrada no processo de Gestão do Subprograma 3 do PRODER – Abordagem Leader (medida: 3.2 – Ação 3.2.1 – Conservação e Valorização do Património Rural).
O promotor da obra é o Município de Tondela, no âmbito da política de preservação e salvaguarda do património cultural concelhio, tendo o projeto e os respetivos trabalhos a realizar a aprovação da DRCC (Direção Regional de Cultura do Centro – Coimbra).

Descrição do sítio arqueológico
Base de Dados “Arqueologia das Terras de Besteiros”
Coordenadas:
X: 73640 Y: 84250 Z: 170: m. Carta Militar de Portugal n.º: 199-1992.
Referências anteriores (resumo): A estação é composta por seis painéis de fratura, integrados numa plataforma de xisto, numa área total de 500m2. As rochas encontram-se incisas com numerosos motivos de armas da média e tardia Idade do Bronze, cujos motivos foram feitos, através da fricção e não pela arte de martelar, todavia a rocha mais ao sul poderá ser atribuída ao grupo dos "ídolos e das lutas". Os motivos ascendem à centena gravados, através da incisão (lanças, lâminas afalcatadas, punhais, foices, ramiformes, entre outros), da fricção (principalmente armas, um podomorfo encostado a uma lança e um ramiforme) e a da picotagem (pequenos grupos de covinhas com sobreposição a outras gravuras).
Classificação cronológica: Idade do Bronze Final e o Início da II Idade do Ferro; Idade Contemporânea.
Classificação tipológica: Arte rupestre.

Para saber mais
ANATI, Emmanuel (1968): Arte rupestre nelle regioni occidentali della Penisola Iberica, Archividi, vol.II Capo di ponti, Centro Camuno di Studi Preistorici.
ARRAIS, António J. do Nascimento (2011): “Arqueologia das Terras de Besteiros (contributos para a carta de património do concelho de Tondela)”, Dissertação de Mestrado, em Arqueologia e Território, apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, pp.197-198.
ANATI, Emmanuel (1968): Arte rupestre nelle regioni occidentali della Penisola Iberica, Archividi, vol.II Capo di ponti, Centro Camuno di Studi Preistorici.
CUNHA, Ana Maria C. Leite da (1991): “Estação de Arte Rupestre de Molelinhos. Notícia preliminar”, Actas IV Jornadas Arqueológicas (Lisboa 1990), Lisboa: Associação Portuguesa dos Arqueólogos Portugueses, Câmara Municipal de Tondela, pp. 1-13.

Divisão de Cultura e Comunicação
Gabinete de Património Cultural

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No âmbito da política de salvaguarda de sitos arqueológicos concelhios, o Gabinete de Património Cultural da autarquia acompanha as obras de alargamento da EM 623 próxima dos limites do sítio arqueológico “Laja das Côcas”, na freguesia de Santiago de Besteiros.

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